Inércia Sensorial

06 de August de 2009

I’m glad Sony back-peddled on this Wipeout ad incarnation

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So…. insane

18 de November de 2008

Idéias não dão negócios

Filed under: Geral — inerte @ 00:21

Tem muita gente ganhando dinheiro vendendo água e pizza.

Outro dia eu estava no banheiro e comecei a pensar em montar uma empresa. Primeiro imaginei qual a indústria aonde rola mais grana, e acabei concluindo que todas as empresas no final das contas ganham dinheiro de consumidores, a ponta é de pessoas físicas.

E do quê todo mundo precisa? Ora, comer, ir no banheiro e dormir. Pensei em montar um negócio onde você pudesse ir dormir e comer.

Então caiu a ficha que eu pensei em hotéis. Fui realmente um revolucionário, não acha? Reinventei o hotel pensando de trás pra frente.

Mas a verdade é realmente essa, idéias não dão negócios. Não há momentos de Eureka! nas empresas de sucesso. Evolução sim, revolução não.

Claro que tudo depende de quão longe você olha. A empresa mais querida dos últimos tempos são propagandas salpicadas em um mecanismo de buscas, e sites de buscas existem há tempos. Eles tiveram a idéia de considerar links como votos de qualidade, mas e daí? 99% do resto do Google é encontrado em outros lugares.

Claro que esse um por cento restante varia. Outros exemplos, a página inicial leve e a separação entre anúncios e resultados de pesquisa, e as propagandas de texto, e a velocidade, e a localização, e etc. São um monte de pequenas coisas que colocam o Google em primeiro lugar.

Pensando assim, o melhor não é montar um empresa baseada em cima de uma boa idéia, mas sim tentar criar um ambiente onde as grandes idéias, o conjunto delas, forme um todo otimizado. É a cultura geral, o dia a dia da gerência, os pequenos detalhes combinados, que importam.

Por isso não adianta ficar esperando a lâmpada certa acender no momento certo, aquela epifania divina salvadora. Vale mais a pena fazer bem feito.

30 de July de 2007

AMPAI: Comprar o novo livro de Khaled Hosseini

Filed under: Geral — inerte @ 23:06

Hoje começarei uma série de artigos os quais espero terem vida curta. Chamam-se Aventuras do Meu Pai Aprendendo Informática. Meu pai não tem a mínima noção de como mexer no computador. Mas o trabalho exige, ele comprou um notebook (o Amazon PC AMZ A 101 V) e tenho dado aulas e ele.

O objetivo hoje, além de conferir os emails pessoal no BOL e na conta do trabalho pelo Outlook, os quais ensinei a ele semana passada, era comprar o novo livro de Khaled Hosseini. Ele não sabia o título, e apenas me disse que esse autor também escreveu O Caçador de Pipas. Ele achava que o livro foi publicado pela Editora Saraiva, então ao abrir o navegador ele digitou corretamente o endereço da empresa, mas no formulário de pesquisa (o qual não consigo fazer link pois os estúpidos comandantes do site da Editora usam frames) ele digitou “kaled hosseini” (sem a letra ‘h’, um erro normal).

Ele reclamou como a letra ficava pequena ao digitar. Poxa Saraiva, meu pai beira os 60 e usa óculos, ele não consegue ver direito. Cooperem.

Enfim, o site não retornou resultados, e nem sequer deveria, já que a Editora Saraiva não publica os livros desse autor. Disse ao meu pai:

– Se você quer pesquisar algo, use o Google.

Lá ele foi, e me perguntou:

Posso digitar “o último livro de Khaled Hosseini”?

Eu disse que sim, mas ele acabou digitando “o caçador de pipas.” No meio dos resultados, ele viu o como se escreve o nome corretamente. Aliás, aqui cabe um parentêses, meu pai não sabia que cada link retornado é uma página, eu ensine a ele isso na semana passada, e que o texto é apenas um trecho da página que o Google tem guardada.

Eu queria ensinar a ele como copiar o nome e colar na caixa de resultados, e perguntei se ele gostaria que eu ensinasse uma coisa nova a ele, mas ele disse que eram dez e meia da noite e estava com sono, não queria aprender. Então eu colei “Khaled Hosseini” na caixa e eu mesmo cliquei em pesquisar. Isso que ele viu (clique para ampliar a imagem):

Khaled Hosseini no Google

Ele comentou:

– Aí, Saraiva.com.br. Mas não é o livro que eu quero.

Sabendo que o AdWords trabalha com palavras-chaves, e imaginando que a Saraiva deve ter feito uma página apenas para o termo com o nome do autor, resolvi dar uma mão e incentivei ele a clicar, dizendo, quem sabe não aparece o que você quer? Ele disse que não, pois viu logo abaixo o resultado da Americanas, que dizia: “A Cidade do Sol”. Ele lembrou então que esse era o nome do livro. Clicou no resultado, e ficou perdido. Não sabia mais o que fazer. Eu então cliquei no título do livro, o que trouxe essa página. Aqui, eu disse que ele poderia comprar o livro, bastava procurar como. Ele começou a ler a página desde o começo, falando em voz alta os nomes dos itens dos menus. CDs, DVDs, Livros… e me perguntou:

– Aonde que eu não acho?

Disse a ele:

– Mais embaixo.

Ele deu um Page-Down duas vezes e começou a ler o rodapé da página.

– Aonde que eu não acho?

Disse a ele:

– Mais pra cima.

Finalmente ele viu o botão de comprar. Clicou no botão, colocou o CEP, depois clicou em prosseguir. Aqui o site da Americanas mostrou duas caixas, uma para já clientes colocarem o email e senha e outra para não clientes colocarem o CEP. Ele ainda não era cliente, então colocou o CEP. No cadastro, como deveria digitar muito e já era tarde, eu assumi para completar a compra.

Deixa-me concluir essa saga. Uma das coisas mais faladas por Jacob Nielsen é o modelo mental construído pelos usuários. Hoje eu pude ver isso de forma clara, sem falar das burradas das pessoas que fazem o site. Só para recapitular:

  1. O link para o livro na página do autor no site das Americanas não era azul e sublinhado. Meu pai simplesmente não tinha a mínima idéia que ele poderia ser clicado.
  2. A página especial para a pré-venda de A Cidade do Sol distraiu o meu pai. Procurando pelo botão de comprar, ele começou a ler a página desde o alto à esquerda. Tudo, tudo ali era inútil para que ele cumprisse a tarefa.
  3. A Americanas perguntou o CEP para calcular o frete e depois, para registrar o usuário. Ele não entendeu porquê precisava digitar o CEP de novo. Aqui eu devo concordar com ele, porquê perguntar duas vezes?

E esse é o fim do primeiro AMPAI. Como vocês podem ver, meu pai é novato em informática. E observar ele mexendo no computador é fascinante, uma experiência altamente esclarecedora. Já entendi, em poucos dias, dezenas de problemas que usuários novatos têm com computadores. Alguns, admito, eu seria culpado por tabela nos meus próprios trabalhos. Mas espero superá-los!

10 de May de 2007

O AdSense não mostra propagandas relacionadas em um site novo?

Filed under: Geral — inerte @ 16:49

Espere mais um pouco, ou mude o domínio.

Abri recentemente dois sub-domínios aqui no Inércia com assuntos completamente distintos, que por sua vez são completamente diferentes do conteúdo normal do blog, que por sua vez é completamente diferente de duas páginas específicas por aqui.

O Google AdSense é um pouco tosco em identificar o conteúdo de uma página específica. De domínio ou sub até vai, mas a granularidade de apenas uma página confunde ele um pouco. Neste site, por exemplo, a maioria da minha escrita é relacionada ao desenvolvimento de software, principalmente o lado web. Mas ocasionalmente eu quero falar sobre política, religião, mostrar alguma imagem ou vídeo engraçados, e nas novas páginas geradas para cada mensagem, as propagandas continuam relacionadas à computação.

Para dar melhores exemplos, existe uma página aqui no Inércia sobre cadeiras de rodas. Foi um teste que eu fiz para ver quanto dinheiro eu poderia ganhar criando uma simples página de informação. Bom, mais ou menos simples, já que ela tem milhares de palavras e até algumas imagens. Felizmente, o Google começou a exibí-la nas páginas de resultados de pesquisa.

O que aconteceu, é que pelo design da página e posicionamento das propagandas, o CTR foi às alturas. E o pagamento por clique em cadeiras de rodas é muito bom, então até que eu comecei a ganhar um dinheiro… razoável. Ao menos, por impressão de página, maior que no Inércia.

E o quê aconteceu? O Google começou a mostrar propagandas de cadeiras de rodas em diversas páginas do blog. Não sempre, mas de vez em quando… mesmo em tutoriais de javascript e css. Enquanto na página de cadeira de rodas mesmo, continuavam as mesmas propagandas.

Alguns meses passaram, e eu decidi criar uma nova página e escolhi Pilates como assunto. Infelizmente, apesar dos mecanismos de busca também terem a indexado, não há muitas visitas. Uma ou duas por dia. Nas primeiras vezes que visitei a página, logo depois de tê-la colocado no ar, as propagandas eram sobre cadeiras de rodas e desenvolvimento web. Lá pela quinta ou sexta vez que recarreguei ela, começaram a vir as propagandas corretas, de Pilates e Ioga.

Mais ou menos um mês depois disso, decidi tentar abrir um diretório de links.

Em poucas horas eu coloquei ele no ar. É realmente um site simples, e eu acho feio. Mas sei zero de design. O site mais bonitinho que eu tenho foi resultado de uma permuta com um colega do trabalho pela conta de água dele. Mas o importante é que o tema dele era completamente diferente do conteúdo achado no Inércia, incluindo cadeira de rodas e pilates, e eu criei um sub-domínio só para ele. Quando eu o carreguei pela primeira vez, vieram as mesmas propagandas que antes eu via no Inércia todo. Mais algumas páginas carregadas, e uma delas começou a exibir propagandas completamente relacionadas ao tema da página específica. Curiosamente, é o conjunto de propagandas que mais tem anunciantes, e que eles pagam melhor. Então o AdSense, ao decidir que propaganda mostrar na página, começou a trazer aquelas que melhor pagam.

Passarem-se alguns dias e no sub-domínio inteiro o quê eu via eram propagandas relacionadas ao tema dele, sem nenhuma das outras que passam no Inércia. Concluí-se daí então que dois fatores são (sem excluir outros) muito importantes para o AdSense decidir quais propagandas mostrar. O número de anunciantes e o sub-domínio.

Fica aí então minha dica para melhorar a qualidade das propagandas no seu conteúdo: Mova ele para um sub-domínio. Na verdade essa observação é mais complexa, já que o Google se interessa pela quantidade de conteúdo em uma página. Tenha bastante texto (e links de páginas relacionadas), e considere mover uma série de páginas relacionadas para algum identificados único. Não precisa ser necessariamente um sub-domínio, pode ser um diretório, desde que a estruturação do seu site clarifique isso. Mas qualquer provedor meia-tigela hoje em dia deixa criar sub-domínios, então porquê não fazer? Se o conteúdo é distinto do resto do site, eu recomendo.

23 de April de 2007

Como é o desenvolvimento de software

Filed under: Geral — inerte @ 00:48

E essa é a verdade.

Desenvolvimento de software

16 de April de 2007

AdSense em diretórios de links

Filed under: Geral — inerte @ 13:52

Irei lançar nos próximos dias um diretório de escritórios de advocacia. É meio estranho fazer isso fora do trabalho, já que ali eu passo o dia codificando um software jurídico, mas o diretório não cabe na proposta do site de qualquer jeito.

Tenho visto bastantes diretórios estrangeiros construídos especificamente para mostrar propagandos. Só para constar, não é isso que eu desejo. Eu estou fazendo o site de uma maneira que realmente vai ser útil. Para começar, não peguei um script pronto. A intenção não é colocar no ar o mais rápido possível nem que seja feito nas coxas. Estou construindo a partir do zero toda a infraestrutura necessária usando o Django.

Mas depois de olhar os preços das palavras chaves envolvendo o mundo jurídico, decide que ao menos demanda por essa informação existe. E procurar, por exemplo, pelo termo “advogado trabalhista” é encontrar páginas individuais de escritórios. Hey, que bom para quem sai no topo dessas pesquisas. Mas em um termo assim tão genérico, eu não acredito que os usuários estão procurando por um escritório específico. Lógico que no final os usuários vão ficar com um escritório, mas por enquanto eles estão procurando as alternativas. E o Google, ou quaisquer outros mecanismos de busca, não estão retornando o que eu acho que deveriam retornar para essas palavras-chaves.

Já que é assim, vou lá eu e construirei eu mesmo 🙂

Quando eu tiver sucesso no lançamento, aviso quanto dinheiro que estarei ganhando.

31 de December de 2006

Should Google recommend its products?

Filed under: Geral — inerte @ 01:39

I guess I will chime in on the discussion if Google should recommend its products.

In a word, no.

27 de October de 2006

Pode AdSense e HotWords na mesma página?

Filed under: Geral — inerte @ 16:46

Enviei um email hoje ao AdSense perguntando se o código deles pode aparecer na mesma página que o do HotWords.

A resposta é não.

Olá Julio,

Obrigado pelo seu e-mail.

De acordo com os regulamentos do nosso programa, os anúncios do HotWords não podem ser exibidos na mesma página que os anúncios do Google no seu site. No entanto, sinta-se à vontade para exibir esses anúncios nas páginas do seu site que não incluem anúncios do Google.

Em geral, o regulamento do programa AdSense não permite que os anúncios do Google sejam publicados na mesma página da Web de outros anúncios contextuais. Você pode ler esse e todos os regulamentos do programa Google AdSense em https://www.google.com/adsense/policies.

Se você tiver mais perguntas, sugerimos que visite o site do Suporte do AdSense em http://www.google.com/adsense_help . Você também pode colocar sua questão no Fórum do AdSense em http://groups.google.com/group/adsense-help-pt . Para saber das últimas novidades e conhecer nossas dicas para utilizar melhor o programa, visite nosso blog ( http://www.adsense-pt.blogspot.com).

Atenciosamente,

André
A Equipe Google AdSense

Original Message Follows:
————————
From: XXX
Subject: Outros
Date: Fri, 27 Oct 2006 15:00:54 -0000

Olá!

Eu gostaria de saber se posso exibir os anúncios AdSense na mesma página que exibisse anúncios HotWords (http://www.hotwords.com.br).

Muito obrigado!

Language: br
AdSenseLocale: pt_BR
name: Julio Nobrega
topic: Outros

22 de August de 2006

Série de TV “Freedom to Choose”, de Milton Friedman

Filed under: Geral — inerte @ 13:25

O show de televisão “Free to Choose” do ganhador do Nobel de economia, Milton Friedman, está disponível no Google Video. Se liga nos vídeos que são ótimas lições de economia pros peões como a gente:

Série original, de 1980:

Volume 1: Power of the Market

Volume 2: The Tyranny of Control

Volume 3: Anatomy of a Crisis

Volume 4: From Cradle to Grave

Volume 5: Created Equal

Volume 6: What’s Wrong With Our Schools?

Volume 7: Who Protects the Consumer?

Volume 8: Who Protects the Worker?

Volume 9: How to Cure Inflation

Volume 10: How to Stay Free

Série atualizada, de 1990:

Volume 1: The Power of the Market (Introdução por A. Schwarzenegger)

Volume 2: The Tyranny of Control(Introdução por George Schultz)

Volume 3: The Failure of Socialism (Introdução por Ronald Reagan)

Volume 4: What’s Wrong With Our Schools? (Introdução por I. David Friedman)

Volume 5: Created Equal (Introdução por by Steve Allen)

02 de August de 2006

É muito difícil comprar uma televisão hoje em dia

Filed under: Geral — inerte @ 23:08

Desde um pouco antes da Copa, com a proliferação de anúncios de televisões de Plasma e LCD, eu desejo comprar uma televisão nova.

Temos um velha Sony, de uns 12 ou 13 anos, na sala de casa hoje em dia. Guerreira, sobreviveu a uma mudança e três reformas, e nunca foi pro conserto. Antigamente, quando queríamos comprar uma televisão, era só decidir o número de polegadas. Aos poucos, foram surgindo complicadores, Picture-to-Picture é o primeiro que me lembro. No máximo, se você tinha um vídeo-cassete, NTSC ou PAL-M.

Hoje em dia… só de saídas HD temos 480i/p, 720i/p, 1080i/p, e existem algumas divisões, como 1080i50 e 1080i60. Vai de Plasma ou LCD? Tem entrada HDMI? Vai ligar HD DVD ou Blu-Ray? Se tem Widescreen, qual a proporção?

Alguma hora vou ter de reservar um final de semana para pensar melhor nesse assunto. Pensando bem… a 5 conto, no mínimo, é melhor pensar alguns meses.

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